NOTÍCIAS

Segurança do Paciente

Caso Júlia Lima: criação de protocolo a partir de evento adverso salva 20 vidas em um ano

Caso Júlia Lima: criação de protocolo a partir de evento adverso salva 20 vidas em um ano
4.3
(3)

A transparência da instituição de saúde foi essencial para que os próximos passos fossem tomados, como a criação de um protocolo, que já salvou várias vidas

O engenheiro Francisco Cruz Lima perdeu a filha Júlia Lima por conta de um evento adverso ocorrido na UTI de um grande hospital privado em São Paulo. Ele resolveu lutar para promover mudanças nos procedimentos e na conduta dos profissionais. Tudo começou com um documento relatando a morte da jovem de 27 anos e que se transformou no Programa de Segurança do Paciente, que recebeu o nome de Júlia Lima em 2015.

“Sentimo-nos inibidos de reclamar com os médicos no meio da noite, já que os médicos presentes disseram que nada estava acontecendo com a Júlia. Faço a campanha para que os médicos tenham mais humildade para ouvir o paciente. O segundo objetivo era que se criasse um protocolo para minimizar esse tipo de dano”, diz Francisco. Confira reportagem do Estadão sobre o Caso Júlia Lima (Leia aqui a reportagem no Estadão).

Avalie esse conteúdo

Média da classificação 4.3 / 5. Número de votos: 3

Outros conteúdos do Acervo de Segurança do Paciente

Tudo
materiais-cientificos-icon-mini Materiais Científicos
noticias-icon Notícias
eventos-icon-2 Eventos

AVISO IMPORTANTE!

A partir do dia 1º de julho, todos os cursos do IBSP farão parte do IBSP Conecta, o primeiro streaming do Brasil dedicado à qualidade e segurança do paciente.

NÃO PERCA ESSA OPORTUNIDADE E CONHEÇA AGORA MESMO O IBSP CONECTA!