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Validação: IBSP avalia práticas de prevenção de TEV na Unimed João Pessoa

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Hospital da Unimed João Pessoa: validação de processos de prevenção de TEV diminui riscos de lacunas (Divulgação/Unimed JP)
Hospital da Unimed João Pessoa: validação de processos de prevenção de TEV diminui riscos de lacunas e aumenta efetividade da profilaxia (Divulgação/Unimed JP)

A Unimed João Pessoa é a mais recente instituição hospitalar a ter suas ações de prevenção de Tromboembolismo Venoso (TEV) avaliadas pelo programa de Validação de Boas Práticas de Segurança do IBSP – Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente. Em visita ao Hospital Alberto Urquiza Wanderley, a equipe do IBSP validou as estratégias e os procedimentos usados pela instituição na profilaxia de TEV, uma das principais causas de eventos adversos nos hospitais.

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Dados da literatura científica sugerem que cerca de 60% dos casos de Tromboembolismo Venoso (TEV) ocorrem ainda nos pacientes hospitalizados e estão por trás de até 10% das mortes intra hospitalares. Esses números poderiam ser reduzidos se os serviços de saúde dedicassem os cuidados necessários aos pacientes com risco. O problema é que apenas 40% recebem a assistência necessária. E, mesmo entre os que recebem, é comum que existam falhas em algumas etapas, o que prejudica a efetividade da profilaxia.

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O programa de Validação de Boas Práticas de Segurança do IBSP analisa como funcionam os processos dentro das instituições hospitalares. No caso específico da validação de profilaxia de TEV, o objetivo é garantir que essa cadeia de procedimentos é efetiva e que a instituição está preparada para rastrear possíveis lacunas durante o processo. Foi a essa análise – cujos resultados foram validados pelo IBSP – que a Unimed João Pessoa foi submetida.

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Algumas das etapas em que há maior brecha para ocorrerem falhas durante a profilaxia de TEV são na avaliação do risco do paciente, na dispensação do medicamento ou da profilaxia mecânica e nas transições de cuidados. Na avaliação, ou ela não é feita ou é conduzida de maneira pouco eficaz, prejudicando a análise do risco. A dispensação do medicamento ou da profilaxia mecânica pode não ser concretizada no momento correto, algo crucial para a efetividade do tratamento. Também é comum que, nas transições do cuidado, a profilaxia prescrita se perca entre a transferência de uma unidade para outra.

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A diminuição de variabilidade em toda essa cadeia de cuidados ajuda a aumentar a confiabilidade dos processos e, consequentemente, a melhorar a qualidade da assistência e o desfecho para os pacientes.

 

 

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