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Com apenas 3,7% de instituições validadas, Brasil ainda engatinha em acreditação

Com apenas 3,7% de instituições validadas, Brasil ainda engatinha em acreditação
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Como não é obrigatória, acreditação é pouco difundida no País. Porém, é um caminho em prol da segurança do paciente e dos profissionais de saúde.

 

Acreditação Hospitalar: Um Longo Caminho Adiante

Manter a qualidade em níveis altos e oferecer o melhor para pacientes e funcionários deveria ser as diretrizes das instituições de saúde. Mas o cenário mostra que o Brasil ainda está bem longe do ideal. Parte dessa responsabilidade é da falta de informação sobre a importância da acreditação hospitalar.

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos que certifica a qualidade de serviços de saúde no Brasil, com foco na segurança do paciente. O órgão usa metodologia é reconhecida pela ISQua (International Society for Quality in Health Care), associação parceira da OMS, mas, de acordo com a superintendente Carolina Moreno, apenas 3,7% das organizações do Brasil são acreditadas.

“A acreditação, por conceito, é uma metodologia voluntária. Então, as organizações se inscrevem para participar do processo. Não é obrigatório. Aqui no Brasil ela é pouco difundida. A ONA tem 485 organizações acreditadas hoje, sendo que 242 são hospitais, se pensarmos em âmbito nacional em que existem  mais de 6.000 hospitais registrados não é nada”, avalia Moreno.

Apesar disso, nos últimos dois anos, os profissionais da área médica têm visto o assunto ser abordado com mais frequência. O que coincide com a iniciativa da ANS de disseminar a importância da acreditação. “Além disso, o Programa Nacional de Segurança do Paciente propõe-se a interferir em questões bastante relevantes”, pontua a superintendente da ONA.

Vale ressaltar que a acreditação hospitalar minimiza eventos adversos e melhora a segurança não apenas dos pacientes, mas também de todos os profissionais envolvidos no processo. “É uma maneira de validação de qualidade, segurança da assistência e da gestão prestada. Porém, é necessário que se atenda alguns padrões”, explica Carolina Moreno.

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