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Dor em alta? Prescrição de opioides está abaixo da média no Brasil - IBSP
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Dor em alta? Prescrição de opioides está abaixo da média no Brasil

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Opioide e IDH

O consumo de opioide per capita é um dos critérios do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Isso quer dizer que quanto maior o consumo de opioide pela população, menor dor e melhor qualidade de vida, sendo maior o IDH da região. Segundo publicação da Journal of Pain Research, o Brasil está entre os países com as menores taxas de prescrição de opioides do mundo: o País tem consumo em torno de 10 mg de opioide por pessoa ao ano, enquanto a taxa ideal seria de 192,9 mg ao ano por pessoa.

“O que esses números mostram é que ainda existem muitos pacientes com dor sem o tratamento adequado”, diz Alexandra Raffaini, anestesiologista da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor e especialista no Tratamento da Dor e em Medicina Intervencionista da Dor.

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Por outro lado, os Estados Unidos vêm enfrentando outro problema de saúde pública: o uso abusivo desses medicamentos, levando a um grande número de dependentes e até à morte. “O consumo de opioide nos EUA é de 693,44 mg per capita, muito acima do recomendado”, sinaliza a Dra. Alexandra.

Medo de usar

Risco de vício ou estigma social? A verdade é que há uma desinformação tanto da população quanto dos médicos em relação à prescrição dos opioides. Os principais motivos para a má aderência são opiofobia por parte dos pacientes, familiares e até médicos;  crenças irracionais como, por exemplo, o paciente e os familiares acreditarem que o uso dos opioides está restrito a doentes terminais e, por isso, os rejeitam; alto custo de alguns desses medicamentos; despreparo do médico em receitar a medicação; dificuldade de acesso ao médico à receita tipo A (necessária para a prescrição da maior parte desses medicamentos);  restrição dos locais de comercialização.

“Posso ressaltar ainda o grande receio dos médicos em provocar dependência e efeitos colaterais”, fala a anestesiologista.

Fracos x fortes

Os opioides são divididos em duas classes: os opioides fracos (codeína e tramadol), que são indicados para o tratamento de dor de moderada intensidade, e os opioides fortes, como a morfina e metadona, que são indicadas para as dores de forte intensidade.

 

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