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Qual a relevância da comunicação efetiva no ambiente hospitalar?

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Ações como proibir prescrições verbais e passagens de plantão padronizadas incluem a lista de boas práticas focada na efetividade da comunicação no ICESP

A comunicação efetiva é relevante em qualquer ambiente. No hospitalar, garantir uma comunicação eficiente, clara, objetiva, concisa e oportuna pode ser a diferença entre a vida e a morte, entre um evento adverso sem dano ou com dano grave. “A equipe que consegue estabelecer o processo de comunicação de maneira a colaborar para que a segurança dos pacientes seja preservada”, diz Ana Luiza Demarchi Geloneze, gerente Qualidade e Segurança do Paciente – Diretoria Executiva do ICESP- Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

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“No ICESP, temos ações que favorecem a efetividade da comunicação, tais como: prescrições verbais são proibidas; há uma lista de resultados de exames laboratoriais e de imagem que são considerados críticos e tais resultados, assim que identificados, são imediatamente comunicados utilizando a técnica do “read back”; as passagens de plantão entre os profissionais são padronizadas; todas as transferências internas entre unidades ou externas entre serviços também utilizam um formulário específico para transição do cuidado. E, assim como na primeira meta, focada na correta identificação do paciente, padronizamos indicadores para monitorar a adesão aos processos estabelecidos”, conta Ana Luiza.

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